quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

...pesquisadores encontraram material genético de câncer de útero ou ovário no Papanicolau, significando que ele pode tornar-se possível detectar três doenças com apenas um teste de rotina.

For the first time, researchers have found genetic material from uterine or ovarian cancers in Pap smears, meaning that it may become possible to detect three diseases with just one routine test. These innovative applications of the Pap test are part of a new era in which advances in genetics are being applied to the detection of a wide variety of cancers or precancerous conditions.
Pela primeira vez, pesquisadores encontraram material genético de câncer de útero ou ovário no Papanicolau, significando que ele pode tornar-se possível detectar três doenças com apenas um teste de rotina. Estas aplicações inovadoras do teste de Papanicolau são parte de uma nova era em que os avanços em genética estão sendo aplicados para a detecção de uma ampla variedade de cânceres ou condições pré-cancerosas. (Traduzido por Bing)
http://nyti.ms/WTptqh

O Silêncio...



    O silêncio é usado apenas por pessoas sábias,que sabem frear sua lingua e falar apenas o que devem e na hora certa.È a resposta preferida dos sábios especialmente aos tolos(aquelas pessoas que pensam que ganham uma briga no grito,falando mais alto,desabafando na hora da raiva)...se você é uma dessas pessoas peça assim a Deus:-Senhor!Ensina-me a frear minha língua!!!!

...ao deixar de efetuar o pagamento dos salários dos professores do Município referente ao mês de dezembro de 2012

MP investiga ex-prefeita de São José de Mipibu por terminar mandato sem pagar salário de servidores

Notícia é do Jornal de Hoje, repercutido pelo Blog do Marcos Dantas. Mas não precisaríamos ir tão longe para noticiar problema assim: em Ouro Branco-RN, o ex-prefeito também terminou mandato sem pagar salário de funcionários.
O Ministério Público do RN instaurou um inquérito civil público para apurar suposta prática de improbidade administrativa pela ex-prefeita de São José de Mipibu, Norma Ferreira, do PSD, justamente, pelo fato dela ter terminado o mandato sem pagar o funcionalismo público. O caso de Norma, claro, foi diferente. No dia 31 de dezembro terminou o segundo mandato da prefeita, mas os salários não foram pagos. Por sinal, a dívida herdada pelo novo prefeito da cidade, Arlindo Dantas, do PHS, chega a casa dos R$ 25 milhões, segundo números divulgados pelo próprio administrador – que também se viu “obrigado” a decretar situação de emergência na cidade.
O inquérito civil do MP foi instaurado pela promotora Heliana Lucena Germano e, em seu texto, visa apurar a “suposta prática de improbidade administrativa pela ex-prefeita constitucional do município, Norma Ferreira Caldas, ao deixar de efetuar o pagamento dos salários dos professores do Município referente ao mês de dezembro de 2012 e buscar a regularização de tais pagamentos pelo Município de São José do Mipibu, com prioridade sobre os demais débitos existentes, por se cuidar de verba alimentícia”.

As férias é um bom momento para pais,alunos,diretores,professores (principalmente esses quatro membros da comunidade escolar) refletirem sobre os males que afetam o desempenho no ensino- aprendizagem.


BULLYING
BULLYING: brincadeira sem graça
Menino gordo e menino magroSe você é bom de bola, o povo grita: “ Lá vem o Ronaldinho”; se manda bem no kart, vira o “fera do asfalto”; nada mais rápido que todo mundo, é chamado de “o tubarão”. Quem não gostaria de ser conhecido assim?

O problema é quando os apelidos não são tão legais. Nomes como baleia, dentuço, nerd, perna-de-pau não são raros e muitas vezes deixam marcas profundas nas pessoas que os recebem.

Se você nunca passou por isso, tem muita sorte. Mas, com certeza, conhece alguém que todos os dias é obrigado a conviver com apelidos horríveis ou piadinhas sem graça sobre aparência, jeito de ser ou de se comportar. Este tipo de violência, muito comum nas escolas, é chamada de bullying.

O que é

Duas meninas conversam enquanto outra menina choraO termo bullying vem do inglês e significa algo como intimidar. Mesmo sendo uma palavra estrangeira, a prática está se tornando bem comum nas escolas aqui do Brasil. As crianças e jovens brasileiros têm mostrado uma enorme intolerância com as diferenças.

Por não conseguirem aceitar que ninguém é igual a ninguém, os jovens se juntam e maltrataram os colegas. Não é um absurdo?!
Menino gordo e menino magroSe você é bom de bola, o povo grita: “ Lá vem o Ronaldinho”; se manda bem no kart, vira o “fera do asfalto”; nada mais rápido que todo mundo, é chamado de “o tubarão”. Quem não gostaria de ser conhecido assim?
O problema é quando os apelidos não são tão legais. Nomes como baleia, dentuço, nerd, perna-de-pau não são raros e muitas vezes deixam marcas profundas nas pessoas que os recebem.

Se você nunca passou por isso, tem muita sorte. Mas, com certeza, conhece alguém que todos os dias é obrigado a conviver com apelidos horríveis ou piadinhas sem graça sobre aparência, jeito de ser ou de se comportar. Este tipo de violência, muito comum nas escolas, é chamada de bullying.

O que é

Duas meninas conversam enquanto outra menina choraO termo bullying vem do inglês e significa algo como intimidar. Mesmo sendo uma palavra estrangeira, a prática está se tornando bem comum nas escolas aqui do Brasil. As crianças e jovens brasileiros têm mostrado uma enorme intolerância com as diferenças.

Por não conseguirem aceitar que ninguém é igual a ninguém, os jovens se juntam e maltrataram os colegas. Não é um absurdo?!
O problema é quando os apelidos não são tão legais. Nomes como baleia, dentuço, nerd, perna-de-pau não são raros e muitas vezes deixam marcas profundas nas pessoas que os recebem.
Se você nunca passou por isso, tem muita sorte. Mas, com certeza, conhece alguém que todos os dias é obrigado a conviver com apelidos horríveis ou piadinhas sem graça sobre aparência, jeito de ser ou de se comportar. Este tipo de violência, muito comum nas escolas, é chamada de bullying.

O que é

Duas meninas conversam enquanto outra menina choraO termo bullying vem do inglês e significa algo como intimidar. Mesmo sendo uma palavra estrangeira, a prática está se tornando bem comum nas escolas aqui do Brasil. As crianças e jovens brasileiros têm mostrado uma enorme intolerância com as diferenças.

Por não conseguirem aceitar que ninguém é igual a ninguém, os jovens se juntam e maltrataram os colegas. Não é um absurdo?!
Se você nunca passou por isso, tem muita sorte. Mas, com certeza, conhece alguém que todos os dias é obrigado a conviver com apelidos horríveis ou piadinhas sem graça sobre aparência, jeito de ser ou de se comportar. Este tipo de violência, muito comum nas escolas, é chamada de bullying.
O que é

Duas meninas conversam enquanto outra menina choraO termo bullying vem do inglês e significa algo como intimidar. Mesmo sendo uma palavra estrangeira, a prática está se tornando bem comum nas escolas aqui do Brasil. As crianças e jovens brasileiros têm mostrado uma enorme intolerância com as diferenças.

Por não conseguirem aceitar que ninguém é igual a ninguém, os jovens se juntam e maltrataram os colegas. Não é um absurdo?!
O que é
Duas meninas conversam enquanto outra menina choraO termo bullying vem do inglês e significa algo como intimidar. Mesmo sendo uma palavra estrangeira, a prática está se tornando bem comum nas escolas aqui do Brasil. As crianças e jovens brasileiros têm mostrado uma enorme intolerância com as diferenças.

Por não conseguirem aceitar que ninguém é igual a ninguém, os jovens se juntam e maltrataram os colegas. Não é um absurdo?!
Duas meninas conversam enquanto outra menina choraO termo bullying vem do inglês e significa algo como intimidar. Mesmo sendo uma palavra estrangeira, a prática está se tornando bem comum nas escolas aqui do Brasil. As crianças e jovens brasileiros têm mostrado uma enorme intolerância com as diferenças.
Por não conseguirem aceitar que ninguém é igual a ninguém, os jovens se juntam e maltrataram os colegas. Não é um absurdo?!
Por não conseguirem aceitar que ninguém é igual a ninguém, os jovens se juntam e maltrataram os colegas. Não é um absurdo?!
Conseqüências extremas

Em situações mais graves, as conseqüências são seríssimas. Você já ouviu falar de alunos que invadem as escolas armados e matam colegas e professores e depois se suicidam? Os casos mais conhecidos aconteceram em escolas dos Estados Unidos, mas já houve episódios parecidos aqui no Brasil também. Muitos psicólogos atribuem essas atitudes assassinas a uma reação desesperada de crianças e jovens que sofreram anos com gozações dos colegas de escolas.

Em janeiro de 2003, no município de Taiúva, em São Paulo, um jovem de apenas 18 anos entrou na escola onde havia estudado com um revólver na mão. Edimar Aparecido Freitas feriu gravemente cinco alunos e depois se matou. A polícia acredita que o jovem possa ter sido motivado pela raiva que sentia por ter sido alvo de várias gozações durante sua adolescência. Eler era obeso.

Fale, converse, explique!

Quando as brincadeiras começam a incomodar de verdade é hora de procurar ajuda. Os professores e diretores são as pessoas mais recomendadas para ajudar, mas contar o que está acontecendo para os pais também é muito importante. Os pais devem procurar a direção da escola e explicar a situação. Toda solução deve vir por meio da conversa. Aqui vale lembrar aquele velho ditado que diz que violência só gera mais violência. Por isso, revidar as agressões com mais briga não é a solução.

O importante é que o aluno que está sendo agredido não guarde o problema só para ele. Não contar para um adulto o que está acontecendo só dificulta as coisas.

A escola deve ajudarCriança mostrando machucado para a professora

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!

As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
Conseqüências extremas
Em situações mais graves, as conseqüências são seríssimas. Você já ouviu falar de alunos que invadem as escolas armados e matam colegas e professores e depois se suicidam? Os casos mais conhecidos aconteceram em escolas dos Estados Unidos, mas já houve episódios parecidos aqui no Brasil também. Muitos psicólogos atribuem essas atitudes assassinas a uma reação desesperada de crianças e jovens que sofreram anos com gozações dos colegas de escolas.

Em janeiro de 2003, no município de Taiúva, em São Paulo, um jovem de apenas 18 anos entrou na escola onde havia estudado com um revólver na mão. Edimar Aparecido Freitas feriu gravemente cinco alunos e depois se matou. A polícia acredita que o jovem possa ter sido motivado pela raiva que sentia por ter sido alvo de várias gozações durante sua adolescência. Eler era obeso.

Fale, converse, explique!

Quando as brincadeiras começam a incomodar de verdade é hora de procurar ajuda. Os professores e diretores são as pessoas mais recomendadas para ajudar, mas contar o que está acontecendo para os pais também é muito importante. Os pais devem procurar a direção da escola e explicar a situação. Toda solução deve vir por meio da conversa. Aqui vale lembrar aquele velho ditado que diz que violência só gera mais violência. Por isso, revidar as agressões com mais briga não é a solução.

O importante é que o aluno que está sendo agredido não guarde o problema só para ele. Não contar para um adulto o que está acontecendo só dificulta as coisas.

A escola deve ajudarCriança mostrando machucado para a professora

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!

As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
Em situações mais graves, as conseqüências são seríssimas. Você já ouviu falar de alunos que invadem as escolas armados e matam colegas e professores e depois se suicidam? Os casos mais conhecidos aconteceram em escolas dos Estados Unidos, mas já houve episódios parecidos aqui no Brasil também. Muitos psicólogos atribuem essas atitudes assassinas a uma reação desesperada de crianças e jovens que sofreram anos com gozações dos colegas de escolas.
Em janeiro de 2003, no município de Taiúva, em São Paulo, um jovem de apenas 18 anos entrou na escola onde havia estudado com um revólver na mão. Edimar Aparecido Freitas feriu gravemente cinco alunos e depois se matou. A polícia acredita que o jovem possa ter sido motivado pela raiva que sentia por ter sido alvo de várias gozações durante sua adolescência. Eler era obeso.

Fale, converse, explique!

Quando as brincadeiras começam a incomodar de verdade é hora de procurar ajuda. Os professores e diretores são as pessoas mais recomendadas para ajudar, mas contar o que está acontecendo para os pais também é muito importante. Os pais devem procurar a direção da escola e explicar a situação. Toda solução deve vir por meio da conversa. Aqui vale lembrar aquele velho ditado que diz que violência só gera mais violência. Por isso, revidar as agressões com mais briga não é a solução.

O importante é que o aluno que está sendo agredido não guarde o problema só para ele. Não contar para um adulto o que está acontecendo só dificulta as coisas.

A escola deve ajudarCriança mostrando machucado para a professora

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!

As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
Em janeiro de 2003, no município de Taiúva, em São Paulo, um jovem de apenas 18 anos entrou na escola onde havia estudado com um revólver na mão. Edimar Aparecido Freitas feriu gravemente cinco alunos e depois se matou. A polícia acredita que o jovem possa ter sido motivado pela raiva que sentia por ter sido alvo de várias gozações durante sua adolescência. Eler era obeso.
Fale, converse, explique!

Quando as brincadeiras começam a incomodar de verdade é hora de procurar ajuda. Os professores e diretores são as pessoas mais recomendadas para ajudar, mas contar o que está acontecendo para os pais também é muito importante. Os pais devem procurar a direção da escola e explicar a situação. Toda solução deve vir por meio da conversa. Aqui vale lembrar aquele velho ditado que diz que violência só gera mais violência. Por isso, revidar as agressões com mais briga não é a solução.

O importante é que o aluno que está sendo agredido não guarde o problema só para ele. Não contar para um adulto o que está acontecendo só dificulta as coisas.

A escola deve ajudarCriança mostrando machucado para a professora

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!

As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
Fale, converse, explique!
Quando as brincadeiras começam a incomodar de verdade é hora de procurar ajuda. Os professores e diretores são as pessoas mais recomendadas para ajudar, mas contar o que está acontecendo para os pais também é muito importante. Os pais devem procurar a direção da escola e explicar a situação. Toda solução deve vir por meio da conversa. Aqui vale lembrar aquele velho ditado que diz que violência só gera mais violência. Por isso, revidar as agressões com mais briga não é a solução.

O importante é que o aluno que está sendo agredido não guarde o problema só para ele. Não contar para um adulto o que está acontecendo só dificulta as coisas.

A escola deve ajudarCriança mostrando machucado para a professora

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!

As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
Quando as brincadeiras começam a incomodar de verdade é hora de procurar ajuda. Os professores e diretores são as pessoas mais recomendadas para ajudar, mas contar o que está acontecendo para os pais também é muito importante. Os pais devem procurar a direção da escola e explicar a situação. Toda solução deve vir por meio da conversa. Aqui vale lembrar aquele velho ditado que diz que violência só gera mais violência. Por isso, revidar as agressões com mais briga não é a solução.
O importante é que o aluno que está sendo agredido não guarde o problema só para ele. Não contar para um adulto o que está acontecendo só dificulta as coisas.

A escola deve ajudarCriança mostrando machucado para a professora

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!

As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
O importante é que o aluno que está sendo agredido não guarde o problema só para ele. Não contar para um adulto o que está acontecendo só dificulta as coisas.
A escola deve ajudarCriança mostrando machucado para a professora

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!

As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
A escola deve ajudarCriança mostrando machucado para a professora
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!

As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que toda criança tem o direito de viver em sociedade sem sofrer nenhum tipo de discriminação. A criança deve ser respeita e qualquer tratamento discriminatório, que lhe envergonhe, humilhe ou cause medo é crime!
As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
As escolas são responsáveis por cuidar dos seus alunos e a instituição de ensino que não resolver a situação pode ser punida. Foi o que aconteceu em Ceilândia, no Distrito Federal.
Cyberbulling
Zé Plenarinho brincando no computadorAlém de serem vítimas do bullying dentro das escolas, várias crianças e adolescentes já estão sofrendo com um novo tipo de agressão: o Cyberbullying. A palavra é uma união entre cyber - o mundo dos computadores - e a palavra bullying. Já deu para entender a gravidade da situação, né?

Uma pesquisa sobre violência escolar feita com quatro mil estudantes paulistas mostra que a maior parte das provocações ainda acontece na escola, mas as agressões também estão rolando em blogs da internet e sites de relacionamento. Se o bullying praticado pelos alunos de uma única escola já era perigoso, imagina quando milhares de pessoas no mundo todo podem participar desse ato cruel?

Diga não!
O Vital com a camisa ser diferente é normal Todo mundo tem o direito de ser como é. Você pode ser alto, baixo, bom de bola, gordinho, ter os olhos azuis, adorar estudar ou qualquer outra coisa. Não deixe aqueles que se acham muito espertos te intimidar! Diga não ao bullying!

Se quiser saber mais sobre o assunto, confira o artigo de Tânia Zaguri. Ele dá dicas de como ajudar os amigos que sofrem com gozações. A Revista Escola preparou uma cartilha muito legal sobre o assunto. Que tal mostrar para os seus pais e deixá-los superinformados sobre o tema? É só clicar aqui.

Você está sofrendo com as gozações na sua escola? Saiba que não é o único. A escritora Sandra Saruê também passou por maus bocados quando era criança, e usou a experiência para escrever o livro E se Fosse com Você?, Da Editora Melhoramentos. A obra ajuda as crianças a enfrentar o problema.

Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
Cyberbulling
Zé Plenarinho brincando no computadorAlém de serem vítimas do bullying dentro das escolas, várias crianças e adolescentes já estão sofrendo com um novo tipo de agressão: o Cyberbullying. A palavra é uma união entre cyber - o mundo dos computadores - e a palavra bullying. Já deu para entender a gravidade da situação, né?

Uma pesquisa sobre violência escolar feita com quatro mil estudantes paulistas mostra que a maior parte das provocações ainda acontece na escola, mas as agressões também estão rolando em blogs da internet e sites de relacionamento. Se o bullying praticado pelos alunos de uma única escola já era perigoso, imagina quando milhares de pessoas no mundo todo podem participar desse ato cruel?

Diga não!
O Vital com a camisa ser diferente é normal Todo mundo tem o direito de ser como é. Você pode ser alto, baixo, bom de bola, gordinho, ter os olhos azuis, adorar estudar ou qualquer outra coisa. Não deixe aqueles que se acham muito espertos te intimidar! Diga não ao bullying!

Se quiser saber mais sobre o assunto, confira o artigo de Tânia Zaguri. Ele dá dicas de como ajudar os amigos que sofrem com gozações. A Revista Escola preparou uma cartilha muito legal sobre o assunto. Que tal mostrar para os seus pais e deixá-los superinformados sobre o tema? É só clicar aqui.

Você está sofrendo com as gozações na sua escola? Saiba que não é o único. A escritora Sandra Saruê também passou por maus bocados quando era criança, e usou a experiência para escrever o livro E se Fosse com Você?, Da Editora Melhoramentos. A obra ajuda as crianças a enfrentar o problema.

Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
Zé Plenarinho brincando no computadorAlém de serem vítimas do bullying dentro das escolas, várias crianças e adolescentes já estão sofrendo com um novo tipo de agressão: o Cyberbullying. A palavra é uma união entre cyber - o mundo dos computadores - e a palavra bullying. Já deu para entender a gravidade da situação, né?
Uma pesquisa sobre violência escolar feita com quatro mil estudantes paulistas mostra que a maior parte das provocações ainda acontece na escola, mas as agressões também estão rolando em blogs da internet e sites de relacionamento. Se o bullying praticado pelos alunos de uma única escola já era perigoso, imagina quando milhares de pessoas no mundo todo podem participar desse ato cruel?

Diga não!
O Vital com a camisa ser diferente é normal Todo mundo tem o direito de ser como é. Você pode ser alto, baixo, bom de bola, gordinho, ter os olhos azuis, adorar estudar ou qualquer outra coisa. Não deixe aqueles que se acham muito espertos te intimidar! Diga não ao bullying!

Se quiser saber mais sobre o assunto, confira o artigo de Tânia Zaguri. Ele dá dicas de como ajudar os amigos que sofrem com gozações. A Revista Escola preparou uma cartilha muito legal sobre o assunto. Que tal mostrar para os seus pais e deixá-los superinformados sobre o tema? É só clicar aqui.

Você está sofrendo com as gozações na sua escola? Saiba que não é o único. A escritora Sandra Saruê também passou por maus bocados quando era criança, e usou a experiência para escrever o livro E se Fosse com Você?, Da Editora Melhoramentos. A obra ajuda as crianças a enfrentar o problema.

Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
Uma pesquisa sobre violência escolar feita com quatro mil estudantes paulistas mostra que a maior parte das provocações ainda acontece na escola, mas as agressões também estão rolando em blogs da internet e sites de relacionamento. Se o bullying praticado pelos alunos de uma única escola já era perigoso, imagina quando milhares de pessoas no mundo todo podem participar desse ato cruel?
Diga não!
O Vital com a camisa ser diferente é normal Todo mundo tem o direito de ser como é. Você pode ser alto, baixo, bom de bola, gordinho, ter os olhos azuis, adorar estudar ou qualquer outra coisa. Não deixe aqueles que se acham muito espertos te intimidar! Diga não ao bullying!

Se quiser saber mais sobre o assunto, confira o artigo de Tânia Zaguri. Ele dá dicas de como ajudar os amigos que sofrem com gozações. A Revista Escola preparou uma cartilha muito legal sobre o assunto. Que tal mostrar para os seus pais e deixá-los superinformados sobre o tema? É só clicar aqui.

Você está sofrendo com as gozações na sua escola? Saiba que não é o único. A escritora Sandra Saruê também passou por maus bocados quando era criança, e usou a experiência para escrever o livro E se Fosse com Você?, Da Editora Melhoramentos. A obra ajuda as crianças a enfrentar o problema.

Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
Diga não!
O Vital com a camisa ser diferente é normal Todo mundo tem o direito de ser como é. Você pode ser alto, baixo, bom de bola, gordinho, ter os olhos azuis, adorar estudar ou qualquer outra coisa. Não deixe aqueles que se acham muito espertos te intimidar! Diga não ao bullying!

Se quiser saber mais sobre o assunto, confira o artigo de Tânia Zaguri. Ele dá dicas de como ajudar os amigos que sofrem com gozações. A Revista Escola preparou uma cartilha muito legal sobre o assunto. Que tal mostrar para os seus pais e deixá-los superinformados sobre o tema? É só clicar aqui.

Você está sofrendo com as gozações na sua escola? Saiba que não é o único. A escritora Sandra Saruê também passou por maus bocados quando era criança, e usou a experiência para escrever o livro E se Fosse com Você?, Da Editora Melhoramentos. A obra ajuda as crianças a enfrentar o problema.

Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
O Vital com a camisa ser diferente é normal Todo mundo tem o direito de ser como é. Você pode ser alto, baixo, bom de bola, gordinho, ter os olhos azuis, adorar estudar ou qualquer outra coisa. Não deixe aqueles que se acham muito espertos te intimidar! Diga não ao bullying!
Se quiser saber mais sobre o assunto, confira o artigo de Tânia Zaguri. Ele dá dicas de como ajudar os amigos que sofrem com gozações. A Revista Escola preparou uma cartilha muito legal sobre o assunto. Que tal mostrar para os seus pais e deixá-los superinformados sobre o tema? É só clicar aqui.

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Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
Se quiser saber mais sobre o assunto, confira o artigo de Tânia Zaguri. Ele dá dicas de como ajudar os amigos que sofrem com gozações. A Revista Escola preparou uma cartilha muito legal sobre o assunto. Que tal mostrar para os seus pais e deixá-los superinformados sobre o tema? É só clicar aqui.
Você está sofrendo com as gozações na sua escola? Saiba que não é o único. A escritora Sandra Saruê também passou por maus bocados quando era criança, e usou a experiência para escrever o livro E se Fosse com Você?, Da Editora Melhoramentos. A obra ajuda as crianças a enfrentar o problema.

Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
Você está sofrendo com as gozações na sua escola? Saiba que não é o único. A escritora Sandra Saruê também passou por maus bocados quando era criança, e usou a experiência para escrever o livro E se Fosse com Você?, Da Editora Melhoramentos. A obra ajuda as crianças a enfrentar o problema.
Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
Outra leitura muito legal sobre o tema são os livros Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para paz, da psicologa Cleo Fante, e o livro Bullying escolar: perguntas e respostas, uma parceria dos psicólogos José Augusto Pedra e Cleo Fante.
Você também pode se informar sobre o tema navegando pelo site www.bullying.pro.br
Em 26 de agosto de 2008
O bullying não é apenas um apelido maldoso, não. Quando algum aluno mais forte bate nos outros, quando uma turma isola um colega, ou até mesmo quando uma galera inteira se junta para esconder objetos de um único estudante... Tudo isso é bullying. Menino chorando Existem crianças que ficam tão tristes com as gozações que pedem para não voltar à escola.
Uma escola dessa cidade foi condenada a pagar uma indenização de R$ 3 mil. A mãe de um aluno agredido comunicou o problema à escola, mas as agressões não pararam. Depois de ter apanhado dos colegas por um ano, o menino ficou com medo de voltar à escola e teve dificuldades de aprendizado. A mãe, então, procurou a Justiça e ganhou uma indenização porque a escola nada fez para proteger o aluno.

Com informações da Revista Escola, do site Diga não ao bullying, Abrapia, Revista Época, Correio Braziliense e G1

FONTE: http://www.plenarinho.gov.br/educacao/Reportagens_publicadas/brincadeira-sem-graca

B

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Mais uma das minhas poesias compartilhando aqui com vocês hoje...

Amor ou desejo?


 



 

O amor não é para ser guardado?

O desejo sim?


 

Desejo vem bruscamente...

Fruto do lance

Lance pensado

Planejado

Provocado...

O amor não!

Amor se constrói com o tempo...

Com gestos nobres

Com cuidados

Carinhos

Atenção...


 

Se é pra se viver...

Curtir sem pensar,

Sem parar

Ao luar

Que venha o desejo!

E invada a mente

Só pra colorir bruscamente

E quando menos esperar

Vá embora de repente...


 


 

Se for pra se amar...

Se construa lentamente

Pensando,sonhando,lutando

Perdoando, voltando

Soltando, prendendo

Voando, parando

E.isso não se faz de repente,

Mas ao tempo se aliando

Vai perdendo e achando

Sentindo realmente

O amor no coração da gente.

...o amor... è pra ser vivido!

Itna de Moraes


 


 


 


 


 


 


 


 


 

quarta-feira, 2 de maio de 2012




POR QUÊ?

Meu Deus,por que?
Porque se tanto fugi...
Evitei olhar,
deixei de sentir
lutei com tanto ímpeto
pra não me iludir
não é o que quero
preciso fugir
Por que?
Não me fortalece
Não totalmente
Lacunas se formam
...buracos se abrem
Olho embaixo... dá medo
Dos seus encantos
Tornarem- se pranto
Do seu traquejo
Ganhar meu beijo
 do seu domínio
me causar mimo
são tantos  desejos
me arrepio...e sinto frio...melhor fugir...
Itna Moraes 02/05/2012




... fugas...

aonde desejo ir?
Se é no sofrimento
Que encontro acalento
melhor correr atrás do vento
ele me levará pra bem depois do mar
é...talvez seja lá
que ninguém vai me procurar
e o desejo de te achar
não é pra mim um lenitivo
pois se sofro por te amar
é melhor  te deixar...

é tão pouco...
voz,desejo,
pensamento,prazer,
sentir...sofrer...
esperar tanto
pra te ter
é muito o pranto
aí eu me espanto
e torno a fugir
de você...
agora é pra valer
se não te ouço
menos sofro
de  saudade
 de você
passa o tempo
em  segundos em minutos
tão devagar
deveria voar



você é tão doce!
Me encanta
...simplesmente.

Me entregar ao desejo...
pode colorir a minha mente
mas não pode preencher o vazio
que compete ao amor somente!

terça-feira, 1 de maio de 2012


Momento muito esperado pelos que fazem a igreja de Cristo em Umarizal...Voltar ao templo que,embora não concluso ficou liiiiinndooo!Comemoramos assim mesmo a nossa volta...me arrumando para o evento...a igreja lotou mesmo depois de ampliada com galeria e tudo mais...além de Deus presente nao faltou gente bonita e elegante...políticos locais...reverendos da região inteira de todo o alto oeste vieram evangelicos comemorarem...estava aqui me arrumando para ir ao evento com a incumbência de fazer a cobertura jornalística e trazer até a mídia...foi linda a festa só perdeu quem nao foi rs rs,claro...qdo for concluido será o templo mais bonito do alto oeste...as glórias são pra DEUS que merece uma casa perfeita,apesar de habitar em nosso coração...confira as mais lindas imagens de uma perfeita adoração a DEUS JEOVÁ.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Como é difícil entender Matamática!!!Política+social+pessoal!!!UFFA!!!


Gosto muito das ciências exatas,mas prefiro as humanas e biológicas.Creio que é por causa da concretude das mesmas,afinal de contas é mais fácil lidar com dados concretos,fatos, do que com incógnitas.Sou licenciada em Ciencias e tenho habilitação em Matemática.Sou professora da rede estadual e Municipal de Ensino!Na prática sempre lecionei Lingua Portuguesa.Isso é Brasil!!!


Existem alguns casos que mesmo com dados e números não conseguimos compreender.Quando se trata de política e no Brasil a coisa fica pior ainda.Especialmente no RN e no interior.Mesmo os que pregam a democracia são os mais perseguidores,os que não se intitulam democráticos criam nomes e títulos parecidos e nem avaliam o quanto são iguais aos outros.Que confusão é essa?

O MEC(e esferas inferiores também) pregam a formação como forma de promoção na carreira,mas pra ser promovido basta ser aliado, e, de preferencia... que não entenda o que está fazendo e nem porque mas que faça com eficiência!!

Tem gente que pensa que engana o político e o político pensa que engana gente e no fim todos são enganados,mas o político é que precisa de gente...”Se o boi soubesse a força que tem não deixava ser dominado pelo homem!”



Texto produzido por: Itna Moraes

Foto copiada do Blog Mulher

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